quarta-feira, 29 de abril de 2009

Que livro você é?

Você é daqueles sujeitos profundos. Não que se acham profundos – profundos mesmo. Devido às maquinações constantes da sua cabecinha, ao longo do tempo você acumulou milhões de questionamentos. Hoje, em segundos, você é capaz de reconsiderar toda a sua existência. A visão de um objeto ou uma fala inocente de alguém às vezes desencadeiam viagens dilacerantes aos cantos mais obscuros de sua alma. Em geral, essa tendência introspectiva não faz de você uma pessoa fácil de se conviver. Aliás, você desperta até medo em algumas pessoas. Outras simplesmente não o conseguem entender. Assim é também "A paixão segundo GH", obra-prima de Clarice Lispector, amada-idolatrada por leitores intelectuais e existencialistas mas, sejamos sinceros, que assusta a maioria. Essa possível repulsa, porém, nunca anulará um milésimo de sua força literária. O mesmo vale para você: agrada a poucos, mas tem uma força única.

O teste está aqui.

Minha ira com o Google Chrome

Realmente o Chrome é o cúmulo do minimalismo. Não tem nada. Eu implicava com a semelhança com o Safari, mas deixa. Se o Safari já é "lavado", com poucos recursos, o Chrome melhor nem comentar. Cheguei a achar que a diferença era o fato de o Safari ter leitor de feeds, mas isso é só um exemplo de vários imagináveis em alguns segundos.

Eu tentei gostar do Chrome, juro! Esse visual limpo dá a impressão de ele ser mais leve, dá uma vontade de sair navegando... mas, puta merda, logo se vê que não é leve cousa nenhuma. Nem podia, se cada aba é um processo separado! Fora isso, não vejo nenhum outro atrativo. Poxa, o Chrome nem indicador de progresso tem! E a barra de status é irritante! O mérito dos spywares tangencio, mas, porra, sem o corretor ortográfico eu não fico!

nota: essa postagem foi redigida usando o SRWare Iron.